Obras de arte ganham protagonismo em projetos de interiores e reforçam identidade dos ambientes.
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Arquitetos defendem a arte como elemento essencial para criar profundidade, narrativa e conexão emocional dentro dos espaços
Curitiba, maio de 2026 — Cada vez mais presentes em projetos de interiores, as obras de arte deixaram de ocupar um papel exclusivamente decorativo para se tornarem parte central da construção de atmosfera e identidade dos ambientes. Pinturas, esculturas, fotografias e peças têxteis ajudam a criar narrativas, provocar sensações e estabelecer conexões emocionais entre os espaços e as pessoas que os habitam.




Ao se apresentar como editor de um texto atribuído a Abed Auait, um erudito que teria convivido com Jesus, Damn Beige constrói uma narrativa que desloca o olhar tradicional sobre essa figura bíblica e histórica. Em vez de uma abordagem centrada exclusivamente na fé, em O Silêncio do Apóstolo, o autor propõe acompanhar a trajetória do homem que atravessou séculos a partir de contextos humanos, culturais, políticos e filosóficos.